quinta-feira, 17 de junho de 2010

Bolo de ameixa


  






Pão de ló de ameixa

Ingredientes:

05 ovos inteiros

02 xícaras de chá de açúcar

2.1/2 de farinha de trigo

01 xícara de chá de fécula de batata

01 colher de sopa de fermento em pó

01 xícara de chá de calda da ameixa com 3 gotas de essencia (pode ser de ameixa ou de rum).Essa calda costumo fazer assim...deixo as  ameixas ficarem de molho em agua e depois as fervo por 5 mim e deixo esfriar por completo retiro as ameixas e uso essa agua tanto para fazer a massa e  para regar  o pão de ló .Mais abaixo explico as proporções .

Modo de Preparo.
Bata os ovos inteiros com açúcar até clarear(eu bato na batedeira velocidade alta por 10 min.), misture a farinha, a fécula de batata co m o fermento e alterne na massa com a calda da ameixa.
Recheio

Creme Neutro:

1 litro de leite

1 lata de leite condensado

4 colheres (sopa) de maisena

2 gemas

2 claras em neve

modo de preparar:

Do litro de leite, separe 1 copo (frio) e aqueça o restante.
misture o leite coondensado. com o copo de leite frio, misture a maisena e as gemas. junte no leite quente.
ainda quente adicione as claras em neve.Cubra com plastico filme, aperte para ficar bem grudado no creme...isso faz com que o creme não crie aquela nata grossa na superficie.Reserve.

Recheio de ameixa

1 lata de leite condensado cozido em panela de pressão por 50 minutos apos ela pegar pressao(Obs. apos cozer o leite moça deixe esfriar completamente antes de abrir,pois se abrir quente ela pode causar queimaduras graves no rosto).

200 ml de creme de leite gelado

250 g de ameixa sem caroço picadas pegue as ameixas compradas sem calda e deixe de molho por 30 min com 600 ml de agua leve ao fogo para ferver por 5 min e deixe esfriar.Use essa calda acrescido com 100 ml de rum para regar a massa de bolo.

1 xícara (chá) de creme neutro ja frio.

1 colher de café de essencia de rum ou ameixa...de acordo com sua preferencia.

Modo de fazer:


Bata na batedeira o doce de leite com o creme de leite gelado por 5 min.Acrescente 1 xicara do creme neutro e as ameixas trituradas.Leve esse recheio para gelar por 3 hs e empregue.

Cobertura



Calda de ameixa reservada da fervura das ameixas.

60 gr de ameixa pre
1 xícara(s) (chá) de água
3 envelope(s) de adoçante em pó ( eu usei 2 colheres de açucar comum).
1 colher(es) (chá) de amido de milho
Coloque as ameixas de molho na água por 30 minutos. Troque a água e leve ao fogo. Cozinhe por 15 minutos. Tire os caroços das ameixas, Complete com 1 xícara (chá) de água, E bata no liqüidificador. Acrescente o adoçante e o amido de milho e leve ao fogo para cozinhar por 2 minutos. Sirva depois de fria.

1 l de chantilly pronto e gelado.

calda de ameixa.

Cubra o bolo com o chantilly e regue com a calda de ameixa. Enfeite o bolo com ameixas.

Dica.

 Eu costumo fazer esse bolo um dia antes e deixo ele montado dentro da forma na geladeira coberto com papel aluminio,assim ele pega bem o gosto.So meia hora antes de servir é que coloco a cobertura.Bom qualquer dúvida me perguntem,vou adorar responder!

domingo, 30 de maio de 2010

Assista esse video ,ele foi escrito por Hirsi Ayaan Ali que tambem escreveu o livro Infiel que relata a vida da mulher mulssumana em detalhes.



http://www.youtube.com/watch?v=agBqsxXg4NE&feature=youtube_gdata


A filmagem e exibicao desse Curta Metragem custou a vida de Theo Van Gogh.

Abaixo a escritora descreve o que o video mostra.

Quando comecei a escrever o roteiro do filme, decidi usar o


formato de oração para criar o diálogo com Alá. Imaginei uma mulher

postada no centro de uma sala. Nos quatro cantos, quatro mulheres

apresentavam versículos restritivos do Alcorão. A do centro estava

velada, mas seu véu era transparente na frente, opaco atrás. A

transparência era necessária porque desafiava Alá a olhar para a Sua

criação: o corpo da mulher. No seu tronco estava escrito o primeiro

versículo do Alcorão, o Sura Fatiha, ou surata da "Abertura", que todo

maometano recita em primeiro lugar a cada oração:

Em nome de Alá, o Clementíssimo, o Misericordiosíssimo.

Louvado seja Alá, Senhor do Universo, o Clementíssimo, o

Misericordiosíssimo, soberano do Dia do Juízo! Só a Ti adoramos e só a

Ti imploramos ajuda! Guia-nos à senda reta, à senda dos que

agraciaste, não à dos abominados, nem à dos extraviados.

A mulher observava as regras da oração: ficava de cabeça baixa,

os olhos fitos no tapete em que ia pôr a cabeça ao se pros-trar para

exprimir obediência total. Mas, depois de recitar o Sura Fatiha, fazia

algo inusual: erguia a cabeça. A câmera mostrava uma panorâmica da

primeira mulher, que contava a Alá que ela tinha obedecido a todas as

Suas injunções, mas agora jazia no canto, sangrando. Apaixonara-se e

por isso tinha sido açoitada. E concluía com muita simplicidade:

"Nunca mais me submeterei".

Outra mulher tinha asco pelo cheiro do marido. Obrigada a se

casar, agora era forçada a se submeter sexualmente a ele, pois o

Alcorão dizia: Quando tuas esposas se tiverem purificado, podes delas

te aproximar de qualquer modo, a qualquer hora, em qualquer lugar. A

terceira mulher era espancada pelo marido pelo menos uma vez por

semana: Quanto às mulheres das quais temes deslealdade e má

conduta, adverte-as, açoita-as e bane-as a camas separadas. A quarta

era uma menina que vivia enclausurada em casa.

Estuprada pelo tio, estava grávida; seria punida por ter tido

relações sexuais fora do casamento.

Intitulei o filme Submissão: primeira parte porque a sujeição ao

islã causava muitos outros tipos de sofrimento. Encarava-o como o

primeiro de uma série de filmes discutindo a relação se-nhor-escravo do

indivíduo com a divindade. Minha mensagem: o Alcorão era um ato do

homem, não de Deus. Deveríamos ter liberdade de interpretá-lo;

deveríamos ser autorizados a aplicá-lo de diversos modos à época

moderna em vez de executar um doloroso contorcionismo na tentativa

de recriar as circunstâncias de um passado remoto e horrendo. Minha

intenção era libertar a mente muçulmana de modo que as mulheres —

assim como os homens — fossem mais livres. Os homens também eram

obrigados a obedecer a leis desumanas.